Biblioteca Pública Municipal de São Bernardo do Campo

Palavra de honra /

Autor(es): Machado, Ana Maria, 1941- [Autor ].
Tipo de material: TextoTextoEditora: Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2005Descrição: 192 p. ; 21 cm.Assunto(s): Modernismo | Romance brasileiroSumário: Cinco gerações de uma família se entrecruzam, do imigrante português José Almada, que enriqueceu sem perder o caráter, à sua trineta Letícia, jovem e sensível psicóloga de adolescentes. Nessa narrativa múltipla e delicada, a autora conduz a narrativa pelo fio afetivo da memória em que vidas que nunca se encontraram dialogam pelo ritual do lembrar e do contar. Em idas e vindas, a autora mescla um narrador distante com anotações de Letícia e de sua tia-bisavó Dora, acompanhando a epopeia dos Almada desde o interior de Portugal até Petrópolis, onde José constrói sua fortuna, e o Rio de Janeiro, aonde seus descendentes vão se dispersando em meio à modernização do Brasil. Lembranças familiares, passadas de geração a geração, compõem o romance, que aos poucos nos oferece um mosaico – e, com este, uma sofisticada reflexão sobre a natureza humana. A honra é uma virtude fora de moda? Vergonha, recato e pudor são sentimentos ridículos? Assim, encontros e desencontros, gestos de profunda ternura e explosões de fúria, o conservadorismo e a rebeldia, a tolerância e a incompreensão, a generosidade e o egoísmo contrastam os diversos personagens sem que eles resvalem para o maniqueísmo: todos são profundamente humanos. A pairar sobre tudo, porém, está o inquebrantável senso de honra de José, capaz de afetar netos e bisnetos. Mas é Letícia, trineta de José e uma das narradoras do romance, que parece perguntar se todo e qualquer sacrifício é válido em nome das grandes virtudes. Fonte pesquisada: www.amazon.com.br
Tipo de material Localização atual Setor Classificação Exemplar Situação Previsão de devolução Código de barras
Livro e folheto Biblioteca Guimarães Rosa
Acervo geral
Circulante 869.935 M129ph 2005 (Percorrer estante) e. 2 Disponível 00318963

Cinco gerações de uma família se entrecruzam, do imigrante português José Almada, que enriqueceu sem perder o caráter, à sua trineta Letícia, jovem e sensível psicóloga de adolescentes. Nessa narrativa múltipla e delicada, a autora conduz a narrativa pelo fio afetivo da memória em que vidas que nunca se encontraram dialogam pelo ritual do lembrar e do contar. Em idas e vindas, a autora mescla um narrador distante com anotações de Letícia e de sua tia-bisavó Dora, acompanhando a epopeia dos Almada desde o interior de Portugal até Petrópolis, onde José constrói sua fortuna, e o Rio de Janeiro, aonde seus descendentes vão se dispersando em meio à modernização do Brasil. Lembranças familiares, passadas de geração a geração, compõem o romance, que aos poucos nos oferece um mosaico – e, com este, uma sofisticada reflexão sobre a natureza humana. A honra é uma virtude fora de moda? Vergonha, recato e pudor são sentimentos ridículos? Assim, encontros e desencontros, gestos de profunda ternura e explosões de fúria, o conservadorismo e a rebeldia, a tolerância e a incompreensão, a generosidade e o egoísmo contrastam os diversos personagens sem que eles resvalem para o maniqueísmo: todos são profundamente humanos. A pairar sobre tudo, porém, está o inquebrantável senso de honra de José, capaz de afetar netos e bisnetos. Mas é Letícia, trineta de José e uma das narradoras do romance, que parece perguntar se todo e qualquer sacrifício é válido em nome das grandes virtudes. Fonte pesquisada: www.amazon.com.br

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